Plano Nacional de Internet das Coisas: o que você precisa saber?

Cloud Computing

O termo “Internet of Things” (Internet das Coisas) surgiu em 1999, quando um especialista britânico em tecnologia, Kevin Ashton, o mencionou em sua palestra na empresa Procter & Gamble (P&G).

Internet das coisas é um conceito que se refere à conexão de objetos com a internet, em outras palavras, significa uma rede de objetos físicos capaz de reunir e transmitir dados.

A partir desse cenário, a tecnologia impôs um novo paradigma para a sociedade e, por isso, o Governo Federal instituiu o Plano Nacional de Internet das Coisas em 2019, por meio do Decreto nº 9.854.

Seu foco é implementar e desenvolver a Internet das Coisas (IoT) no Brasil, baseado na livre concorrência e na livre circulação de dados, observando as diretrizes de segurança da informação e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Essa implementação visa o aumento da competitividade da economia, o fortalecimento das cadeias produtivas nacionais, o instrumento de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, entre outras questões.

Assim, as empresas deverão se preocupar em:

– Buscar parcerias com os setores público e privado;

– Incrementar a produtividade;

– Aumentar a integração do Brasil no cenário internacional;

– Cooperação internacional em pesquisa;

– Desenvolvimento e inovação da internacionalização de soluções de IoT desenvolvidas no Brasil.

Além dos ganhos econômicos, há muitos benefícios na adoção de IoT pela sociedade, dentre eles estão: redução de riscos, alívio das mudanças climáticas, desenvolvimento de aplicações para enfrentar desafios associados à fome, abastecimento de água, segurança alimentar, entre tantas outras ações.

O Plano Nacional de Internet das Coisas é de grande relevância para o nosso país. É uma oportunidade para as empresas proporcionarem uma nova experiência ao cliente, de uma forma muito mais dinâmica e interativa, promovendo a transformação digital.

Além disso, essa implementação também trará melhorias em questões de interesse público: transporte público, setor de saúde, logística e segurança pública.